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Grave incidente em base da força aérea britânica usada pelos EUA. Um detido.

Militares norte-americanos dispararam sobre carro que tentou forçar barreira de segurança

As autoridades britânicas responderam a um "grave incidente" numa base da força aérea britânica (Royal Air Force - RAF) usada pelos EUA. Um homem foi já detido na sequência do "incidente", ao início da tarde desta segunda-feira. A polícia veio entretanto informar que já não existe nenhuma ameaça "maior" para a comunidade e ocupantes da base.

O indivíduo detido tentou, num veículo, passar à força uma barreira de segurança e foi detido pela polícia local, confirmaram as autoridades, que acrescentam que não está a ser procurado mais ninguém.

De acordo com uma jornalista do Times, os militares norte-americanos dispararam sobre o veículo e o suspeito foi detido com "cortes e feridas".

Esta informação foi entretanto confirmada pela polícia de Suffolk, que refere que todas as unidades responderam "imediatamente" ao incidente. "Tiros foram disparados por militares norte-americanos e um homem foi detido com cortes e feridas. Mais ninguém ficou ferido", pode ler-se numa nota das autoridades.

As autoridades cortaram todos os acessos à base de Mildenhall, em Suffolk, Inglaterra, e decretaram um lockdown que foi entretanto levantado, de acordo com a Sky News.

No Twitter, a polícia de Suffolk diz não considerar que exista uma "ameaça para a comunidade", pelo que as "escolas vão operar como normalmente até ao fim do dia".

A Reuters diz que a embaixada dos EUA recusou, para já, comentar o incidente.

A base em questão tem cerca de 3200 militares e mais três mil familiares. Está previsto o encerramento, dada a intenção dos EUA em deslocarem operações da base em questão para a Alemanha, até 2024.

Suffolk fica a cerca de 125 quilómetros nordeste de Londres.

A base RAF Mildenhall já foi alvo de possíveis ataques terroristas contra militares norte-americanos. Em maio 2016, um homem, Junead Khan, foi condenado a passar o resto da vida da prisão ao descobrir-se que planeava os ataques. Usava, então, o seu trabalho como condutor e responsável de entregas para garantir informações sobre a referida base e ainda outras duas usadas pelos militares dos EUA.

dn.pt